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Fernando Luz | Redator publicitário - Part 7
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  • Invictus: Morgan Freeman, na pele de Mandela, mostra como funciona a Política do Pão e Circo. Bem sugestivo em ano de copa e eleição. [7.5]

Axe | Chocolatizer | Facebook

categoria: Propaganda |

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Normalmente, eu e minha namorada gostamos das mesmas músicas, filmes, séries, livros e, consequentemente, comerciais. Porém, vez por outra, discordamos sobre algumas obras. LOST, por exemplo, é uma destas nossas “discórdias” amigáveis. Eu não sei como alguém neste mundo pode não achar LOST genial, e gostar de A Favorita, mas tudo bem.

Outro exemplo desta nossa discórdia passiva, é este filme da Axe, Chocolate man. Lembra?


Imagem de Amostra do You Tube

Principalmente graças à trilha, eu gostava muito deste comercial – que passava repetidamente no horário nobre da Globo – e ela, em contrapartida, odiava.

Mas vamos para o assunto, o departamento de marketing da Axe que cuida deste produto, Chocolate, disponibilizou para usuários do Facebook: o Chocolatizer.


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Através dele, fazendo upload de uma foto, você poderá ver sua imagem como se estivesse estampada em uma barra de chocolate.

O objetivo, óbvio, é criar relacionamento com o povo que usa facebook e fortalecer a marca.

Ideia simples, mas legal. Gostei!

via

Nike | Viola | F/Nazca

categoria: Propaganda |

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Para gerar buzz em torno do jogo de ontem (10/01) entre Brasil X Itália, a F/Nazca criou para a Nike este comercial, onde o Viola “revela” qual o verdadeiro motivo de termos ganho a copa do mundo de 1994. Lembra?


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Legal.

Cadbury | Fallon

categoria: Propaganda |

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Se você é atendimento publicitário e consegue convencer o cliente que este filme vai aumentar as vendas do chocolate que ele comercializa, na boa: Você é o rei!

Criação da Fallon, com produção da MJZ, para a Cadbury.


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A arte do nonsense.

A dieta da banana, os formadores de opinião e meu novo tênis velho

categoria: Marketing |

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banana-suicida_1Este fim de semana, minha sogra e sua irmã começaram a fazer uma dieta milagrosa. É tudo muito simples, basta comer uma banana pela manhã e ficar à vontade para deliciar-se com o que bem entender durante o dia. A promessa é de que, nos casos mais extremos, se perca um quilo diariamente. Fácil, né?

Você, astuto leitor, já deve estar imaginando que somente duas senhoras de meia idade poderiam cair neste conto da carochinha. Pois saiba que você está – tal qual este que vos escreve estava – redondamente enganado. Milhares de pessoas no mundo inteiro estão seguindo esta dieta e esperando os efeitos milagrosos da tal dieta da banana. A ponto de a fruta tropical ter se tornado alimento de luxo no Japão, país onde a moda iniciou-se.

Tudo começou com uma cantora de ópera que afirmou, em rede nacional Japonesa, que tinha emagrecido sete quilos na última semana sem muito sacrifício, graças à dieta criada há pouco por uma farmacêutica e seu marido.

Não tardou para que o casal escrevesse um livro que foi um verdadeiro sucesso de vendas e tornou a dieta mais popular que nota de um real, não somente em terra nipônicas, mas em todo o mundo, sendo acatada, inclusive, por atores e cantores famosos em terras ocidentais.

Daí a chegar ao ouvido de uma amiga da amiga da irmã da minha sogra: um pulo.

Conclusão: Graças à lei da oferta e da procura, o preço da banana subiu 200%, no Japão.

Quando eu era adolescente, sonhava como adolescente e agia como adolescente. Agora que sou jovem, continuo tentando realizar meus sonhos de adolescente. Entre eles, comprar todos os tênis de Skate que meus ídolos da época usavam – embora eu não ande mais de skate.

Nunca tive um tênis que durasse mais que seis meses. Explico, quando gosto de uma coisa, a uso em demasia, o que acarreta alguns problemas na durabilidade do produto. Em outras palavras, sou desleixado. Tendo em vista meu relaxo, não costumo reclamar da qualidade dos produtos que compro. Porém tudo tem limite.

Há cerca de um mês eu comprei um tênis, que uso mais ou menos três vezes por semana, sendo que fui para a academia com ele umas quatro ou cinco vezes. Só. Como já disse, não ando mais de skate, logo, não faço nada que possa deteriorar tão rapidamente um sapato. Porém, acredite, o tênis está acabado.

O que estas histórias têm em comum? Os formadores de opinião.

Pois sim. Ambos, minha sogra e eu, fomos influenciados por um modelo ao qual queríamos nos assemelhar, por mais que seja difícil admitir. E os dois deram com os burros n’água.

Os tão famosos formadores de opinião – leia-se artistas, atores, vizinha-rica, jornalistas ou o cara mais popular da faculdade – fazem um grande bem à marca ao recomendá-la, usarem-na ou, simplesmente mentir, dizendo que a usam. Eles fazem com que nós experimentemos os produtos. O que já é meio caminho andado, desde que o produto realmente seja aquilo que ele disse que era.

Agora se o produto não for tudo aquilo: FAIL.

Conquistar o cliente é muito importante, mas o que faz uma marca, de verdade, é a fidelização. E para fidelizar o peão, propaganda não é suficiente. O produto precisa ser, realmente, bom.

David Ogilvy, disse certa vez que o que você diz é sempre mais importante do que como você diz. Entende a importância do conteúdo, seja de um tênis, uma fruta, um site ou uma campanha?

Marketiamente falando, vivemos em tempos de relacionamento com o consumidor. Tempos em que as propagandas de milhões por segundos são para anunciar um hot-site da campanha. Em época de crise, cada centavo é ainda mais valioso. Se pudesse dar um conselho para os anunciantes diria: Gaste milhões com formadores de opinião, sim, porém, tenha certeza que seu produto é realmente sensacional.

Agora, como publicitário, penso que se for para gastar com banners, breaks, compras de mídia e afins, que seja com um propósito: Chamar o consumidor para uma conversa. Mas uma boa conversa. Bom conteúdo, bons diálogos. Para que ele volte sempre. Afinal, se não podemos mexer no produto. Podemos, pelo menos, mexer nas campanhas.

Precisamos vender os produtos com verdade. Até porque se minha sogra não emagrecer, meu consumidor achar meu site bonitinho, mas bobinho e meus próximos tênis dessa marca não durarem mais, sabe o que vai acontecer?

Tudo vai acabar a preço de banana. O antigo.

YogaOne| Market for Trade

categoria: Propaganda |

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Nem sempre é preciso de muita verba para diferenciar uma marca, e fazer com que aqueles que têm contato com ela lembrem-se de seus benefícios facilmente.

Basta a nossa tão famosa criatividade.

Por exemplo, A Market for Trade criou para a YogaOne um cartão de visitas que, provavelmente, deixa o cliente/prospect bem impactado.

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E só para lembrar o velho clichê: Na crise: Crie!

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Brahma | África | Zeca Pagodinho 50 anos

categoria: Propaganda |

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Dia 11 de fevereiro, também conhecido como o último dia de férias, o garoto-propaganda da Brahma, Zeca Pagodinho, completa 50 anos.

A África se aproveitou da data comemorativa para fazer algumas ações que lembram bastante à marca de seu cliente: Brahma.

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Para isso, a agência criou o hotsite brahma.com.br/zeca, onde é possível deixar uma mensagem de aniversário para o Zeca, sendo que na sua festa de aniversário, obviamente patrocinada pela Brahma, todas as mensagens serão impressas e dadas ao brahmeiro-mór, junto com uma geladeira personalizada.

A Brahma também lançou uma edição de garrafas Zeca 50 anos, que estão sendo leiloadas no mercado livre, e o dinheiro arrecadado será revertido à escola de música Mata Virgem, fundada pelo Zeca para a formação de músicos iniciantes.

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Gostei! Uma criação brasileira que une senso de oportunidade e bastante interatividade.

Vi aqui.

Viral Mc Donalds | Viral Ray-ban

categoria: Propaganda |

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O Mc Donalds da Espanha publicou alguns vídeos no Youtube com o intuito de que sejam viralizados.

Para isso, fizeram uma pequena brincadeira com o famoso jogador de basquete Ricky Rubio, onde ele mostra sua perícia no esporte, fazendo jogadas sensacionais, com moedas.

É claro que há uma promoção no Mc de lá, onde estão vendendo alguns lanches pelos valores das moedas de EURO.

Portanto, com os vídeos, eles estão dizendo que é possível fazer coisas muito legais com uma moeda. Como por exemplo, comprar um lanche do McDonalds.


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Até aí, legal. Mas o que impressiona é a “semelhança” deste vídeo com um outro viral, o primeiro publicado pela Rayban.


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Referências são sempre importantes, mas fica aí a dúvida: Foi chupada, ou não?

Super Bowl | Coca Cola | Avatar

categoria: Propaganda |

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Ontem, foi transmitida a final do campeonato de futebol americano dos EUA – o Super Bowl. O programa possui, simplesmente, o break mais caro do mundo, custando cerca de 100 mil dólares por segundo.

Entre os comerciais veiculados, o que eu gostei mais foi este, da Coca-Cola. Uma grande idéia, com produção e trilha matadora – Que custou a bagatela de 14 milhões de reais para ser exibido.

Confira:

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Se quiser ver os outros comerciais veiculados no Super Bowl, fique à vontade, mas, na minha humilde opinião, este é o melhor.

O que eu tenho a ver com a crise?

categoria: Marketing |

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Há algum tempo, eu falei um pouco sobre Crise Subprime no meu outro blog. Mas como o assunto está cada dia mais atual e eu ainda não comentei nada, sobre isto, aqui, quero abrir um parêntese para conversar com você, amigo leitor, sobre esta chamada depressão econômica que tem afligido alguns de nós.

Mas relaxa, todo o economês tá bem traduzido para brasileirês.

Se liga:

Quase todo mundo tem algumas dúvidas sobre esta tal “crise subprime”. As respostas para estes questionamentos não são tão simples, mas com um pouco de bom-humor e – porque não? – saco, você entende a parada.

Há muitos anos atrás, os EUA venceram uma guerra. Com o otimismo em alta – e a economia também -, os americanos resolveram realizar o sonho da casa própria, um banco animal, incentivado por outro verdadeiramente animal, facilitou o crédito, possibilitando que, praticamente, todos os americanos adquirissem sua residência. Por serem sonhos-de-consumo, os imóveis, nesta época, dificilmente deixavam de serem pagos, afinal ninguém queria ser despejado.

Obedecendo a lei da oferta e procura, comprar casas tornou-se um ótimo investimento – foi daí que nasceu o ditado que o melhor investimento é em imóveis porque eles sempre valerão mais no futuro. Muitos anos depois, após terem realizado seus sonhos, o novo anseio deste povo era comprar uma segunda casa, talvez na praia, talvez no campo, não apenas para satisfazerem-se, mas, principalmente, para investirem seu dinheiro. Porém nem todos podiam arcar com o alto custo de manter uma família, possuir carros, bens em geral e duas casas. A primeira despesa a ser cortada em uma eventual “dureza”, sempre são os investimentos. Afinal, tudo o que se tem a perder é o dinheiro que já foi investido. Sua mulher e filhos não amanhecerão – de maneira alguma – na rua. Estes respeitáveis senhores tornaram-se “subprimes”, ou, em linguajar mais chulo; caloteiros.

Novamente obedecendo à lei de oferta e procura, os imóveis passaram a desvalorizar-se, devido a estes senhores, que não tinham condições ou disposição para quitar a divida da segunda casa.

Sabe o que o banco animal fazia com os dinheiros de juros que recebia? Comprava imóveis. Ou seja, com a desvalorização dos imóveis e os calotes dos Senhores subprimes adivinha o que aconteceu com o banco animal?

Não, ele não quebrou, ele pegou dinheiro emprestado com o banco verdadeiramente animal.

O banco verdadeiramente animal por sua vez pensava, com toda sua experiência: “Essas crises são passageiras, vou emprestar dinheiro e logo menos eles me devolvem e a roda continua a girar”.

Pois bem, eles não se reergueram, os imóveis desvalorizaram mais ainda, fazendo com que mais pessoas tornassem-se subprimes.

Agora sim, o banco animal quebrou.

Neste meio tempo o mundo já perdeu 16 trilhões.

CLARO que tem mais um milhão de motivos, mas em síntese é isso.

Se o banco verdadeiramente animal também quebrar, afinal ele não conseguiu o dinheiro que emprestou para vários bancos animais de volta, a roda para de girar. Diremos tchau ao capitalismo e contaremos aos nossos filhos como era ter uma sociedade regida pelo amor ao dinheiro, vestidos com uma camiseta do Fidel Castro.

Porém, óbvio, o banco verdadeiramente animal não pode quebrar. Ai é que entra o super-pacote de 850 bilhões dos E.U.A e tantos outros que os países estão “emprestando” ao mercado.

O governo norte-americano numa atitude totalmente não recomendada “empresta” 850 bilhões para o mercado para que ele em hipótese alguma feche suas portas.

Já deu pra entender o que você tem a ver com esta crise, ? Por mais que você seja apenas um latino-americano-sem-dinheiro-no-banco, mais cedo ou mais tarde – se o mercado não reagir de maneira positiva e alguém gastar uns trilhões de dólares – você fodear-se-á.

Sabe o que todo mundo – quando eu digo todo mundo, quero dizer, literalmente, todo O Mundo – tem que fazer? Nas palavras de nossa excelentíssima ex-ministra da cultura e ex-candidata a prefeitura de São Paulo; Relaxar e gozar.

Como qualquer outra crise (de namoro, por exemplo), esta crise é muito mais psicológica do que qualquer outra coisa.

Nego vê no jornal que um tal de Lehman quebrou e começa a vender tudo a preço de banana, o outro não compra porque está economizando por causa da crise e assim sucessivamente… Tudo acaba a preço de nada, ninguém paga as contas, por isso, funcionários não recebem seus salários e tudo só piora.

Fica sussa! – Tudo vai dar certo no final. Por mais que você esteja (?) sofrendo com esta crise – e acredite, eu já estou – todos os governos, os bancos, os ricos, os gênios e os semi-deuses do mundo inteiro estão trabalhando neste momento para que você não pare de pagar a prestação do seu carro e ocorra uma Crise Subprime a lá tupiniquim.

Continue vivendo sua vidinha como sempre viveu. Não saque seu dinheiro, não pare de confiar no capitalismo. Se não ele quebra, mesmo. Pelo contrário. Junte uma graninha, faça uma poupança, compre ações, afinal quase todas estão umas pechinchas. A real? Nada que você faça vai mudar tudo isso. Quer você goste, quer não.

Crise, no ideograma chinês, quer dizer oportunidade. Quem sabe esta seja uma boa hora para fazer investimentos a longo-prazo. Claro que uma crise nunca é boa, porém otimismo e positividade não fazem mal a ninguém, ?

A Fabrica da Felicidade Hershey’s

categoria: Propaganda |

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Eu já falei da Fabrica da Felicidade da Coca-Cola. E é bem provável que você já conheça esta, que é uma das animações-feitas-para-vender mais bonitas que eu já vi.

Pelo que parece, a Hapiness Factory, criação da Psyop – produtora hiper-mega-supimpa que, se você não conhece, vale muito a pena clicar -, é realmente uma grande referência, não só para nós, pobres mortais terceiro-mundistas, como também para grandes agências e anunciantes.

Dá uma olhada neste novo filme da Hershey’s, criação da Arnold Nova York, com produção da Kommitted, Santa Monica e efeitos visuais da Asylum.


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Legal, mas chupaaada.