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Fernando Luz | Fernando Luz
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  • Um Olhar do Paraíso: Uma garota que é morta e fica entre dois mundos. Triste, fantasioso e extremamente lindo. [8.5]

Sobre o autor

Senta que lá vem a história.

Com 12 anos, após ganhar alguns prêmios de redação representando a escola onde estudava e ler a coleção de livros infanto-juvenis da biblioteca de casa, comecei a vender gelinhos, obviamente, escondido.

Já havia comercializado chicletes na escola, porém nada se comparava ao lucro dos geladinhos, tendo em vista que a matéria prima era usurpada da fruteira e não havia gastos com nada, além do meu tempo. Houve semanas em que cheguei a faturar R$8,00! Só não fiquei milionário por falta de visão empreendedora na minha mãe, que encerrou a empreitada com uma boa sova, ao descobrir que eu não estava comendo tantas frutas quanto ela imaginava.

Foi então que resolvi me tornar um prestador de serviços, fazendo do meu passatempo um ganha-doce – já que cobrando dez reais por aula seria impossível ser um ganha-pão -: comecei a dar aulas de guitarra e violão.

Em 2005, quando estudava guitarra avançada na ULM – atual Conservatório Tom Jobim –, percebi que, apesar de ter sido o primeiro colocado em uma prova com mais de 1000 músicos para estudar neste lugar, precisaria trabalhar com algo que me arrendasse mais que os R$80,00 mensais conseguidos com meus dois alunos. Filho de um vendedor com uma professora de português, resolvi agradar a gregos e a troianos vendendo produtos através de textos e, quem sabe, acabar compondo jingles. Decidi me tornar publicitário. Ou melhor, redator publicitário.

Iniciei a faculdade de Publicidade e Propaganda, na Uninove, no primeiro semestre de 2006. Dois meses depois, consegui meu primeiro estágio, na segunda maior empresa de pesquisa do mundo, a TNS InterScience. Após um ano aprendendo sobre a importância da opinião do consumidor na criação de produtos e, obviamente, campanhas, fui trabalhar com marketing jurídico no escritório Pinheiro e Traldi Advogados Associados em conjunto com a consultoria Central Prática.

Pouco menos de um ano depois, com conhecimentos mais específicos, entrei na Agência VM2, onde finalmente trabalho como redator publicitário.

Hoje, com 22, estou longe de ser um workaholic, porém tenho um problema: Quando estou trabalhando acabo me divertindo e quando estou me divertindo acabo trabalhando. Explico; não consigo ver um filme, ler um livro ou ouvir uma música sem pensar no processo criativo, muito menos trabalhar sem àquela famosa distração que acaba levando à criação. Contradição para muitos, realidade para este pobre redator que vos escreve – pobre por enquanto, é bom frisar.

Estou muito contente com o trabalho que venho desenvolvendo na Agência VM2, porém, sacomé, se tiver alguma proposta, fique à vontade. Quem sabe em um futuro próximo a gente trabalhe junto.

Resumão -

Se você ficou com preguiça de ler tudo, ok, em síntese é isto: Já fui microempresário, professor de música, pesquisador, marqueteiro e, hoje, sou redator publicitário. Para maiores informações, pare de ser preguiçoso e clique aqui.