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Marketing | Fernando Luz
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  • Invictus: Morgan Freeman, na pele de Mandela, mostra como funciona a Política do Pão e Circo. Bem sugestivo em ano de copa e eleição. [7.5]

Dicas de Investimento para Iniciantes

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42-17664515Em um passado não muito distante, eu brincava de bolsa de valores no simulador de investimentos desse site. Inclusive, no ano passado, fiquei em 9º lugar no ranking brasileiro, com cerca de 150 mil inscritos. O que é muito legal para o ego, mas pouco para o bolso. Já que eu não ganhei nem um centavo, apenas experiência.

Nessa época, li alguns livros sobre investimento, especulação e conheci a história de Jesse Livermore, um grande investidor, considerado por muitos o maior especulador de todos os tempos.

Livermore registrou suas memórias em Reminiscences of a Stock Operator, um livro cheio de informações úteis sobre especulação, investimentos e afins.

Veja a seguir algumas dicas retiradas das memórias do Jesse, que eu encontrei aqui:

• Nunca opere baseado em dicas;
• Use um sistema e não saia dele;
• Nunca compre uma ação porque ela teve uma grande queda da sua última alta;
• Se uma ação não agir corretamente não a toque; porque, não podendo dizer precisamente o que está errado, você não pode dizer para que lado ela irá;
• Não culpe o mercado pelas suas perdas;
• Nunca aumente uma posição perdedora. Uma posição perdedora significa que você está errado;
• Ações nunca estão muito altas para começar a comprar nem muito baixas para começar a vender. Mas depois da primeira transação, não faça uma segunda a não ser que a primeira mostre lucro;
• Sempre venda o que mostra um prejuízo e mantenha o que está dando lucro;
• Não discuta com o mercado. Não procure recuperar o prejuízo. Saia enquanto a saída é boa – e barata;
• Existe somente um lado no mercado financeiro. E não é o lado bull (alta) e nem o lado bear (baixa) mas o lado certo;
• O maior inimigo de um especulador é sempre o tédio;
• Um homem deve sempre confiar em si mesmo e no seu julgamento se ele espera ganhar a vida com essa profissão;
• Sempre use gerenciamento de capital;
• Estabeleça o seu plano de trade antes que o mercado abra;
• Detalhe o seu plano para cada trade;
• Estabeleça pontos de entrada e saída e entenda a relação entre risco e recompensa;
• Aceite pequenas perdas como parte do jogo se você quiser vencer;
• Desenvolva um plano de trade para cada situação que você pode vir a enfrentar;
• Não concentre-se no valor em que você empata quando estiver perdendo;
• Não liquide uma posição vencedora para manter uma perdedora;
• Desenvolva e mantenha um plano de saída. Siga esse plano com rígida disciplina;
• Tenha paciência. Grandes movimentos demoram para se desenrolar;
• Não fique curioso demais sobre a lógica por trás de um movimento. A chave para a fortuna no mercado é a simplicidade.

O livro está disponível em português e gratuitamente aqui.

Como você é legal, moderno e inteligente, pensei que podia interessar. :)

Sobre a Coca-Cola e seu Senso de Oportunidade

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coca-colaA história é mais ou menos assim:

O Marcus escreveu no twitter que estava com um calor insuportável. O cara que escreve no perfil da Coca-Cola no twitter falou para ele que uma coca ia bem. Marcus, sem pestanejar, pediu um fardo do refrigerante para ele e seus amigos de trabalho, e foi almoçar. Quando voltou, recebeu uma dúzia de cocas geladinhas com um cartão dizendo:

“@Marcus_Lemos Um presente da Coca-Cola para você. Coca-Cola gelada para a turma do trabalho. Abra a felicidade! @CocaColaMG.”

Essa história foi contada por diversos veículos de comunicação e os tuits do Marcus receberam algumas centenas de replies.

Moral da história: Senso de oportunidade é tudo.

Did You Know 4.0 Traduzido | Você sabia? em Português

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Esse é o quarto vídeo da série Did You Know.  Nele há dados impressionantes sobre a revolução das mídias sociais.

Caso seu inglês esteja meio fora de forma, o conteúdo do vídeo está traduzido abaixo.

Bom proveito.

Imagem de Amostra do You Tube

1) Em 2010 a Geração Y superará os Baby Boomers 96% deles aderiram a uma rede social;

2) As mídias sociais ultrapassaram o conteúdo pornográfico, como a atividade número 1 na Web;

3) Em 2008, nos E.U.A, 1 em cada 8 casais conheceram-se através das mídias sociais;

4) Tempo (em anos) que cada mídia levou para atingir 50 milhões de usuários: Rádio (38 anos), televisão (13 anos), Internet (4 anos), iPod (3 anos) Facebook adicionou 100 milhões de usuários em menos de 9 meses … aplicações para o iPhone atingiu 1 bilhão em 9 meses;

5) Facebook se fosse um país seria o 4 ° maior do mundo entre os Estados Unidos e a Indonésia;

6) No entanto, algumas fontes dizem a QZone, maior rede social da China ultrapassa 300 milhões de usuários (o fato do Facebook ser banido na China, ajuda)

7) comScore indica que a Rússia tem a maior audiência envolvida em mídias sociais com os visitantes passando 6,6 horas e chegando a visualizar 1.307 páginas por visitante num mês – Vkontakte.ru é a rede social, # 1

8 ) Em 2009 nos E.U.A, um estudo do Departamento de Educação revelou que, em média, os alunos que estudam online, destacam-se dos que recebem aula presencial;

9)1 em cada 6 alunos do ensino superior, possuem currículo on-line;

10) Porcentagem das empresas que usam o LinkedIn, como principal ferramenta para encontrar funcionários, é de 80%

11) A faxia etária que mais cresce no Facebook, são mulheres entre 55 e 65 anos;

12) Ashton Kutcher e Ellen Degeneres tem mais seguidores no Twitter do que toda a população da Irlanda, Noruega e Panamá;

13) 80% dos usuários no Twitter está em dispositivos móveis … as pessoas tuitam em qualquer lugar, a qualquer hora … imagine o que isso significa para o cliente com uma experiência ruin?

14) Geração Y e Z consideram o e-mail ultrapassado… Em 2009, Boston College, deixou de distribuir endereços de e-mail para os calouros;

15) O que acontece em Las Vegas vai aparecer no YouTube, Flickr, Twitter, Facebook

16) O Youtube é o 2º maior mecanismo de busca do mundo;

17) A Wikipedia tem mais de 13 milhões de artigos … alguns estudos mostram que é mais preciso do que a Enciclopédia Britânica78% desses artigos não são escritos em Inglês;

18) Existem mais de 200.000.000 Blogs;

19) 54% dos blogueiros postam conteúdo ou tuitam diáriamente;

20) Por causa da velocidade em que as mídias sociais permitem a comunicação, a palavra boca no mundo  torna-se agora mundo de boca; obs: ficou estranho isso né ? Seria algo como meter a boca no trombone ou gerar um boca -a- boca;

21) Se você fosse receber 1 dólar por cada vez que um artigo fosse publicado na Wikipedia você ganharia  156,23 dólares por hora;

22) USUÁRIOS do Facebook traduziram o site do Inglês para o Espanhol em menos de 4 semanas, com um custo zero para o facebook;

23) 25% dos resultados da pesquisa para as 20 maiores marcas, são links para conteúdo, gerado pelo usuário;

24) 34% dos blogueiros postam suas opniões sobre Marcas;

25) As pessoas consideram mais relevante perguntar para outras pessoas sobre produtos e serviços do que para o google;

26) 78% dos consumidores confiam em recomendações;

27) Apenas 14% confiam em publicidade;

28) Apenas 18% das campanhas na TV tradicional geram um retorno do investimento positivo;

29) 90% das pessoas poderão gravar seus próprios programas de TV e pular os intervalos comerciais facilmente com o  TiVo ;

30) Hulu (cotado como principal concorrente do youtube, ainda não disponível no Brasil) cresceu de 63 milhões de transmissões em abril de 2008 para 373 milhões em abril 2009;

31) 25% dos americanos, no mês passado, assitiram pequenos vídeos, em seus celulares;

32) De acordo com Jeff Bezos, 35% das vendas de livros na Amazon.com são para o Kindle (leitor de livros digitais), quando disponível;

33) 24 de 25 dos maiores jornais impressos estão sentindo com a queda recorde na circulação. Nós não procuramos mais pela notícia, ela nos encontra;

34) Num futuro próximo, nós não iremos mais procurar por produtos e serviços. Eles nos encontrarão através das mídias sociais;

35) Mais de 1,5 milhões de links (notícias, fotos, vídeos, posts em blogs) são compartilhados no Facebook … diariamente;

36) Empresas de sucesso nas mídias sociais estão atuando mais como Dale Carnegie e menos como David Ogilvy. Ou seja, escutando primeiro seu consumidor para depois, vender;

37) Empresas de sucesso nas mídias sociais estão atuando mais como organizadores de festas, agregando e produzindo conteúdo relevante para seu público, diferente da mídia tradicional que só fala os benefícios do produto;

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Sobre os adjetivos da Apple

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Me chame do que quiser, mas quando vi esse vídeo com o Steve Jobs e alguns de seus executivos usando tantos adjetivos para apresentar os novos produtos da Apple, lembrei de Joseph Goebbels, o publicitário de Hitler.

Imagem de Amostra do You Tube

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Dez livros grátis

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Se tem gente que, de graça, aceita até injeção na testa, imagine o que eles fariam com isso.

Dez ótimos livros escritos em português, para você entender melhor àquela revolução que a internet está causando na comunicação e no marketing.

1 – Tudo o que você precisa saber sobre Twitter
2 – Onipresente
3 – Cultura Livre
4 – Redes Sociais na Internet
5 – Guia da Gestão da Reputação Online
6 – Marketing 1 to 1
7 – Para entender a Internet
8 – Branding: o manual para você criar, gerenciar e avaliar marcas
9 – Grandes Marcas, Grandes Negócios
10 – O Marketing depois de amanhã

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De casa nova

| Posted in Marketing |

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Como você pode perceber, estamos de endereço e layout novo.

Assine o RSS e acompanhe o conteúdo aqui publicado.

Continuarei postando artigos, entrevistas, links, matérias e etecéteras sobre tudo de interessante para publicitários e criativos de todas as áreas. Além disso, em breve teremos novas seções, e as atualizações serão cada vez mais constantes.

Precisando falar comigo, entre em contato.

Estamos em um endereço novo, mas o conteúdo continua o mesmo.

Sobre o twitter, a evolução e a democratização da mídia

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mundo digitalSe você está nessa página é praticamente impossível que desconheça o twitter. Entretanto, se não sabe o que é, vou explicar em pouco mais de 140 caracteres: O twitter é uma rede social em que você lê textos de 140 caracteres escritos por pessoas que considera legais e posta o que quiser para pessoas que te acham relevante lerem.

E blog é isso que você está lendo. Ponto.

Quando inventaram o rádio, falaram que o jornal impresso ia quebrar. Quando criaram a televisão, disseram que o rádio estava acabado. E assim foi, até que a última moda é falar que o twitter vai acabar com os blogs.

Contudo, a grande verdade é que o jornal não acabou, nem o rádio e muito menos os blogs, tudo por que: uma nova mídia não substitui a outra; ela encontra seu espaço.

O twitter é apenas a evolução do último estágio de inovação da mídia: os blogs.

Calma que eu te explico.

Todo mundo que têm blog sabe: o mais difícil não é escrever e postar; o mais complicado é saber sobre o quê escrever.

Por exemplo, sexta passada eu vi uma re-edição do filme O Iluminado, em que só mudando a trilha, a iluminação e colocando uma nova locução, o conhecido filme de terror se tornou uma simpática comédinha romântica.

Esse blog é voltado para comunicação e marketing, e eu poderia ter postado o filme, pois enfatizaria o poder de uma edição bem feita. E isso pode ser usado, também, em filmes publicitários.

Mas eu não postei. Quer dizer, postei, só que no twitter.

Entendeu?

Não faz sentido publicar algo com uma só linha aqui, se agora temos uma nova plataforma criada justamente para isso.

O novo (e óbvio) padrão de publicação para geradores de conteúdo para internet deverá ser o seguinte: Se der para escrever em 140 caracteres, vai para o twitter. Se não der, ou precisar de um comentário mais profundo, vem para o blog.

Como você pode imaginar, eu já adotei esse sistema e tenho publicado, no twitter, links para peças e artigos interessantes sobre comunicação e marketing que encontro por aí. Enquanto, aqui, posto textos um pouco mais aprofundados sobre esses temas e entrevistas com profissionais da área.

Isso porque, esse sistema colocará fim em postagens como essa. Não só aqui, mas em todos os blogs que somente colocam um filme, link etc. falam que é legal e revelam quem produziu.

Muito bem! Então, surge a pergunta que não quer calar, nunca: Mas como esse novo modelo de negócios vai se sustentar?

Eu, sinceramente, não tenho a resposta. E acredito que ninguém ainda a tenha. Mas nessa entrevista, um dos gênios do nosso século, Chris Anderson, sugere que talvez o caminho que a mídia está tomando simplesmente não se sustente. Logo, geração de conteúdo pode se tornar apenas um hobby.

Porém, eu não acho ruim se, por exemplo, a cada 30 postagens de perfis relevantes, um twitt seja patrocinado por alguma empresa. Acho, sim, que ainda é cedo para isso. Mas, talvez, o futuro mostre que patrocinar o twitter de pessoas relevantes seja diretamente proporcional a fazer um vídeo e veiculá-lo em horário nobre com a mesma pessoa dizendo como é bom usar determinado produto.

Tudo isso tem muito a ver com uma recente afirmação de Saramago: “Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De grau em degrau, vamos descendo até o grunhido.”.

Embora respeite e admire muito o trabalho desse, que é outro gênio de nosso século, acredito piamente que não estamos simplesmente voltando ao grunhido. Antes, estamos evoluindo para uma era com menos redundância e mais objetividade.

Darwin costumava dizer que quem sobrevive não é o mais forte, mas o que se adapta mais rápido. Portanto, não adianta reclamar. Há espaço para escritores que queiram publicar livros. Há espaço para jornalistas que queiram continuar informando e dando seu ponto de vista. E, agora, também há espaço para pessoas comuns que queiram passar adiante algo que viram, ou publicar uma pequena história, que não tenha apenas 140 caracteres, mas, muita, criatividade.

Qualquer que seja a mídia, o importante não é o formato, mas a qualidade. Desde que seja feito com excelência, há espaço para todo mundo, em todas as mídias.

Sobre redes sociais corporativas, blogs corporativos e reputação de marca

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post20080320Pessoas gostam de conversar. Apresente duas pessoas com algo em comum, coloque-as em um lugar bacana e as deixe lá. Você vai ver uma infinidade de possibilidades que podem acontecer.

O que você fez? Cedeu o lugar. O que acham de você? Um cara legal. O que você ganha com isso? Outra infinidade de possibilidades.

O Cris Dias chama isso de whuffie, eu gosto de chamar de reputação. E se reputação já vale muito para uma pessoa, para uma empresa, a reputação de marca vale muito mais do que muito por cento em vendas, viu?! (sim, merece até ponto de exclamação)

Logo quando eu comecei a faculdade, lembro que a professora Juliana Chacon falou um pouco sobre o amor que um pré-adolescente sente por uma marca quando vai em um evento como a Coca Cola Vibezone e dá seu primeiro beijo num estande chamado ‘beijódromo’.

Realmente, isso vale ouro. Mas aí eu olho em volta e penso: Onde mais as pessoas podem interagir em um lugar bacana?

Isso mesmo, aqui, na internet!

Eu sei que já existem um milhão de redes sociais, sites lindos feitos em flash, blogs corporativos com bons conteúdos e afins, mas sou contra a máxima que diz: entre no já existente, ao invés de criar um novo. É claro que, no mínimo, qualquer marca decente deve estar nas redes sociais mais comuns para interagir com quem está lá, entretanto, eu sonho com o dia em que as empresas, ao invés de queimarem tanto dinheiro com meios de comunicação que não representam resultado nenhum, vão criar plataformas inteiras e disponibilizar gratuitamente para as pessoas interagirem por meio delas.

Aí você vem e me fala, mas pô Fernando, mais uma rede social? Já têm tantas! Para quê isso?

E eu te respondo com uma historinha:

Alberto acorda, reza o pai nosso, toma café com os pais, vai para a faculdade de ciências da computação, almoça em um restaurante vegetariano, vai para a imobiliária de sua família onde ajuda no financeiro, vai para a academia, passa em casa e posta algo em seu blog, vai à escola de inglês, de lá, vai para o ensaio do trio de jazz em que é baterista, na volta, passa na faculdade de sua namorada para buscá-la, fica um pouco com ela e vai novamente para casa, liga o computador, modera uns comentários, responde uns e-mails, sobe umas fotos e, finalmente, vai dormir. Claro, o dia inteiro ouvindo música e falando com seus amigos, seja pelo telefone, MSN, skype, twitter whatever.

Aberto é uma pessoa normal. Ou melhor, é um monte de pessoas normais. Ou seja, ele faz diversas coisas, se interessa por diversos assuntos, consome várias marcas e, o mais importante, é baseado em fatos reais.

Se ligou na oportunidade?

Ainda existem diversos nichos para serem explorados pelas empresas nas mídias sociais.

Já pensou como os Vegs iam gostar de entrar em uma rede social só para Vegetarianos? Ou, os músicos, em uma só com foco em músicos de Jazz amadores? Não ia ser legal um blog atualizado diariamente com exclusivas vídeo-aulas de bateria de três minutos por alguns dos melhores bateristas de jazz? Agora, o mais legal de tudo, e se tudo isso fosse patrocinado por marcas? Já pensou que ótimo, para ambos os lados?

Ainda é tudo muito novo, eu sei, mas existe tanta coisa do mundo off que pode vir para o on-line… Cabe às marcas abrirem os olhos para essas oportunidades que, além de aumentar sua reputação, no fim das contas acabam aumentando também àquela porcentagem nas vendas que os diretores tanto gostam. E, no fundo, é isso que importa.

Sobre a Indústria Fonográfica e o Guitar Hero

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music_money

Quem não sabe, já ouviu falar, que a revolução tecnológica está levando a indústria fonográfica à falência.

O pensamento dos consumidores – leia-se eu e você – cansados de pagar trinta reais em um CD com doze músicas é: Se dá para baixar, para que comprar?

Procurando se reinventar, o mercado fez dos shows sua galinha dos ovos de ouro. Mas fazer shows de bairro nunca deixou nenhuma organizadora de caravanas rica. A indústria precisa de mega-shows com celebridades que lotam estádios, param países e, consequentemente, o trânsito desses lugares.

Porém, todo mundo que já foi em um show grande sabe que é um saco: Fora o trânsito, a muvuca e os assaltos, eu particularmente não gosto do alarde da mídia.

Além disso, por acaso alguém tem visto algum artista com a mesma força de Iron Maden, Elvis Presley, Beatles ou – fica a homenagem – Michael Jackson?

Será que alguém acha que Mcfly, Jonas Brother ou algum grupo dessa nova geração vai realmente fazer tanto sucesso como os citados anteriormente fizeram – e ainda fazem? Muito difícil.

Conclusão: não pode com eles, junte-se a eles.

Nesse meio tempo, apareceu um joguinho de guitarra em que, por meio de uma guitarrinha de brinquedo, qualquer um pode ‘tocar’ as músicas de bandas famosas.

Foi a primeira vez que a (old) indústria musical levantou as mãos para os céus e agradeceu pela revolução tecnológica ser tão rápida.

Esses ‘joguinhos de guitarra’, mais conhecidos como Rock Band, Guitar Hero e afins, têm se mostrado um poderoso meio de alavancar a popularidade das bandas de rock’n roll, que, além de ganhar uma boa grana para ver sua música tocando no console alheio, com a  popularidade em alta, fazem mais shows, dão mais entrevistas e, logo, vendem mais CDs – reza a Lenda que depois de lançadas nos games, as músicas têm em média um aumento de vendas de 1.000% no Itunes Store.

Esse mercado já movimenta três bilhões de dólares no mundo. Talvez não seja a solução definitiva para o problema da indústria fonográfica, mas que $3.000.000.000,00 ajuda, ah ajuda.

Marketing Viral | Causa ou Efeito?

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viral-marketingHá algum tempo, fui na Jump Academy aprender sobre Marketing Viral. Os professores eram excelentes, mas a matéria é tão simples que não ajudou muito. Basicamente, o que todos diziam com ênfase é que viral não é causa, é efeito. Ou seja, não se faz um viral, se faz algo tão bom que tem potencial para se espalhar por aí e, portanto, viralizar.

Tão simples que poderia ser ensinado em um micropost.

Pensando nisso, semana passada postei no twitter um #microcurso sobre como fazer um viral: (1) Crie algo excelente; 2) Publique, que vai pegar; 2) Pegou? Parabéns. Não pegou? Volte à etapa um.)

É claro que o post foi irônico. Eu não acho viral uma bobagem. Pelo contrário. Criar algo que desperte o interesse das pessoas a passarem adiante, de tal maneira que não haja um interneteiro que nunca tenha ouvido falar sobre, é um feito extremamente considerável.

Tanto, que uma galera enorme twittou durante essa semana que têm três vontades na vida: Plantar uma árvore, ter um filho e fazer um viral.

Existem vários blogs que falam exclusivamente sobre viral, agências que trabalham especificamente nessa área, além, é claro, de uma imensa lista de ações que “viralizaram”.

Vou resumir indicando o blog simviral, o site “Você deveria ter visto” e o meu e-mail (ftsl@ig.com.br) caso queira saber mais sobre o assunto.

Por enquanto, o que criei e chegou mais perto de viralizar foi o perfil do twitter @microrresenhas, onde, juntamente com meu amigo e designer Bill Szilagyi, publico pequenas resenhas sobre os filmes que vemos. O perfil tem um pouco mais de três meses e quase 900 seguidores, com uma média de 10 novos por dia. Não é assim um “Tapa na Pantera”, mas estamos chegando lá.

Sempre à procura da idéia perfeita, para o viral perfeito.