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Porque o redator publicitário pode escrever “errado”

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Se você é um redator de publicidade, a boa notícia é que sim, você pode escrever “errado”. E não há limites para “errado“ nesse caso. Quando estiver escrevendo seu anúncio, pode até usar a famosa linguagem criada por internautas brasileiros, o miguxês. Me lembro, por exemplo, de um anúncio do itaú para a iconta em que o título era “Feito pra vc“. Ótimo exemplo da informalidade no texto publicitário.

O poeta pode usar sua “licença poética” quando deseja fazer alguma brincadeira com o português. E nós, redatores, também. No nosso caso,  podemos usar a “licença publicitária” (sim, esse é um caso de neologismo) e deixar a norma culta um pouquinho de lado para conversar com nosso target, assim, como quem bate um papo num café, num bar ou na sala de casa.

A verdade é que, num anúncio, o importante não é conjugar os verbos corretamente. O importante é vender. Por isso eu defendo a tese de que o redator publicitário precisa escrever como fala: de maneira simples, amigável e, principalmente, carismática. No anúncio, a ideia é muito mais importante que a norma culta. Escrever difícil fica, portanto, terminantemente proibido. Aliás, “terminantemente” também, junto com todas as palavras com mais de cinco sílabas que quase ninguém sabe o significado.

O objetivo da redação publicitária não é escrever bonito, é fazer amizade. Afinal, você pode até não perceber, mas quanto mais amigo um vendedor é, mais você fica inclinado a comprar. É assim que a sua mente funciona, e a minha também. E é por isso que nós podemos “brincar” à vontade com a nossa tão querida língua portuguesa. É muito mais fácil se tornar amigo de uma pessoa se expressando como ela se expressa.

Quando usada na hora certa, a “licença publicitária” tem o poder de cativar o leitor, aproximando o público/leitor da marca que está anunciando – mesmo com o português errado.

É claro que você, amigo redator, precisa saber gramática, ortografia, acentuacão, concordância e muitas outras coisas que o Professor Pasquale faz questão de ensinar. Entretanto, saber escrever errado na hora certa, pode ser uma arma poderosa na arte de persuadir com as palavras. O lema é o seguinte: Informalidade sempre; escrita certinha, às vezes.

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Esse meu texto foi publicado originalmente no Webinsider.  Tem vários textos meus por lá, você deveria ler. :)

 

Leia também:

Entrevistas com grandes publicitários – feitas por um jovem redator

| Posted in Marketing, Perguntas de um jovem publicitário |

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Há muito tempo atrás, quando eu era um jovem redator e blogava no saudoso fernandoluz.wordpress.com, criei uma coluna chamada “Perguntas de um Jovem Publicitário”.

Como eu sou meio sem foco nos projetos pessoais – e a aceitação não foi como eu esperava -, acabei fazendo apenas três entrevistas, mas com três publicitários que eu considero sensacionais e que, se você não conhece, deveria.

É engraçado que, hoje, poucos anos depois, eu receba constantemente emails de estudantes de publicidade justamente com as mesmas dúvidas sobre a profissão, a vida publicitária e afins que eu tinha.  Por isso, achei legal redivulgar essas entrevistas – que estavam perdidinhas aqui no blog.

É claro que, se você é um redator juvenil, ou um estudante de Publicidade e quer fazer alguma pergunta, eu sempre vou te responder com a maior alegria no coração. Mas acredito que entrevistas como essas podem te ajudar muito mais, tendo em vista que esses caras têm de carreira o que eu tenho de idade.

Aliás, também existe muita entrevista legal no youtube com outros mitos da publicidadeOlivetto, Nizan e etc. (que na época eu tentei conversar, sem sucesso, por motivos óbvios).

Enfim, sem mais enrolação, estou postando aqui as três melhores respostas de cada entrevistado, cuidadosamente selecionadas por esse que vos escreve. Clique no link do nome do publicitário para ler a matérias completas. E caso queira também ler uma entrevista que eu dei há algum tempo, fique à vontade: Entrevista do Fernando Luz, redator.

Espero que seja útil.


Entrevista com o craque Neto, da Bullet

 

Se você tivesse 18 anos novamente e tivesse que escolher uma carreira, você optaria por publicidade de novo?

Eu sempre quis ser piloto de caça, médico e jogador de futebol. Os três ao mesmo tempo. Se não desse certo de novo, seguramente seria publicitário.

 

Dizem que nós somos aquilo que lemos, assistimos, ouvimos, enfim, vivemos. Sendo assim, o que você indica que os novos profissionais leiam, assistam, ouçam e vivam, para desenvolver a cultura tão necessária a nós, publicitários?

É uma ilusão imaginar que exista um roteiro básico de leitura/cinema/música para publicitários. Acho que a publicidade é uma das poucas formas de cultura que trabalham com o efêmero, com o cotidiano.

A gente é pago para transformar o volátil em algo que não seja descartável, por mais paradoxal que pareça. Exatamente por isso, todo tipo de informação é válida.

Desde os clássicos do cinema e da literatura até a revista Caras. A gente trabalha com todas as classes sociais, com todos os produtos, com todos os públicos. É um clichê, mas é verdade. Acho difícil o sujeito virar um bom publicitário se não for um curioso por natureza.

 

Que conselho você dá a essa nova geração de publicitários que vê você como um exemplo?

Conheçam o que já foi feito e quem fez. Identifiquem os talentos de hoje, acompanhem seus trabalhos. Nunca foi tão fácil saber o que as melhores agências do mercado têm feito.

Aprendam com o que está sendo feito e aceitem o desafio de fazer melhor. Não sejam apenas críticos. Entendam a história de cada job por trás de cada campanha vencedora.

Leiam de tudo, vejam de tudo, ouçam de tudo.


Entrevista com Celso Loducca

 

O mercado publicitário é muito concorrido. Como você entrou na área?

Fiz estágio, primeiro, em uma produtora de tirinhas para jornal e, com as histórias que eu havia criado em mãos, consegui – depois de alguns meses de canseira – uma entrevista com o Aurélio Julianelli, na época diretor de arte da Standard (hoje Ogilvy). Dei a sorte dele gostar de mim (duvido que tenha sido pelas histórias) e de a agência estar precisando de um estagiário de redator  para fazer o que ninguém queria fazer (folhetos,etc). Agarrei essa oportunidade e em 3 meses estava contratado como redator hiper-júnior para continuar fazendo o que ninguém mais queria fazer.

 

Qual o segredo do sucesso em Publicidade?

Não sei.

 

 Onde buscar referências?

Sempre na vida. As grandes peças de propaganda estão sempre calcadas em alguma verdade (mesmo que passageira) emocional/racional.


Entrevista com Zeca Martins, redator publicitário 

 

Você é considerado, hoje, um dos mais bem-sucedidos redatores publicitários do país. Quais fatores você acredita que te levaram ao sucesso?

Agradeço o elogio, mas não sei se sou um dos mais bem sucedidos redatores. O que sei é que meu livro de redação publicitária, ao que tudo indica, é o que vende mais.

Se fiz algum sucesso com meus livros – e com anúncios, em 30 anos de carreira – tudo se deveu a puro e simples esforço. Não sou um gênio nem tenho um titio que seja grande anunciante. Apenas trabalhei bastante, sem medo de cara feia nem de excesso de trabalho, sempre acreditando que poderia fazer trabalhos cada vez melhores. Só isso. E não é que funcionou?

 

O que você acha dos cursos de comunicação e propaganda oferecidos no país? Quais são os prós e contras?

Minhas críticas aos cursos de comunicação são profundas, mas não as faço às faculdades (embora haja desníveis muito grandes entre elas); faço ao MEC, que não exige um curriculum básico coerente nem atualizado, e concede autorização de cursos em regiões cujo mercado de trabalho tem uma capacidade duvidosa de absorção da mão-de-obra da rapaziada que se forma. Mas acredito que o interessado em trabalhar na publicidade deve cursar uma faculdade – a melhor ao seu alcance – porque, lá, não apenas ele recolherá um bom volume de informação como, principalmente, iniciará a construir a rede de relacionamentos que garantirá boa parte de suas oportunidades futuras de trabalho.

 

Alguns de seus livros influenciaram consideravelmente a nova geração de publicitários em geral e de redatores em particular. Você gostaria de deixar alguma dica para estes novos profissionais que veem em você inspiração para a carreira?

Trabalhem com seriedade. Façam com paixão. Estudem muito ao longo de toda a vida. Mantenham o astral lá em cima, porque vão precisar disso. Se puderem, contribuam com os colegas e com os interesses da sua classe profissional. Não tenham medo de expor suas idéias, por mais estranhas que possam parecer. Mantenham o sonho vivo.

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Roteiro Publicitário – Como fazer, exemplos e modelos

| Posted in Marketing, Propaganda, redação publicitária |

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Caso você esteja precisando de um redator para escrever um roteiro publicitário para sua empresa ou agência (e esteja com um pouco de pressa), ótimo: fale comigo.

Há alguns anos eu trabalho como redator publicitário e tenho experiência para escrever um roteiro sob medida para sua necessidade específica. Além disso, eu vou responder seu email em menos de 24 horas. Ou seja, daqui a pouco a gente tem um contato mais pessoal.

Agora, caso você queira saber como criar um bom roteiro publicitário, eu vou dar algumas dicas simples (e úteis) que adquiri ao longo de alguns anos de estudo, pesquisa, faculdade e experiência, criando roteiros publicitários para clientes dos mais diversos portes e segmentos. Espero que seja útil.

 

Como fazer um belo roteiro publicitário

 

A ideia:  95% do seu roteiro

Para fazer um bom roteiro, antes de qualquer coisa, você precisa de uma (puta) ideia. E muito provavelmente, você não vai ter uma boa ideia para seu roteiro lendo um texto sobre “como criar um ótimo roteiro publicitário“. Aliás, esse nem é um texto sobre “como ter ideias sensacionais“. Mas, se fosse, eu ia falar que minha técnica preferida é encher a cabeça de informação sobre o produto/mercado/empresa/whatever/ para quem for criar o roteiro e, depois, fazer outra coisa qualquer. Normalmente a ideia vem. Mas, como esse texto não é sobre isso, vamos voltar ao assunto. Tenha uma ideia sobre o roteiro. Pronto? Teve? Então, agora sim. Vamos continuar.

A formatação:

Como o Bruno Lacerda bem observou no seu blog, não existe um padrão rígido para o formato do roteiro. Mas é recomendável que você não mostre para o cliente um roteiro escrito num guardanapo de boteco. Os modelos mais utilizados são:

1) Básico, que eu eu gosto de chamar de “Duas Colunas” por motivos óbvios (exemplo);

2) Master Class, que é o padrão default do cinema, com cabeçalhos por cena (exemplo);

3) Dividido por sequências, que é recomendado para roteiros com muitas cenas (exemplo).

Que programa usar?

Na boa? Pra mim, o único editor de texto melhor que o Word é o bloco de notas. Mas talvez eu seja um cara muito chulo. Se você quiser, até existem uns softwares para desenvolvimento de roteiro. Mas, devo confessar, não uso e nem conheço muita gente que usa.

 

5 dicas para você escrever um bom roteiro

 

1) Alguns roteiros:

O roteirodecinema.com.br tem alguns exemplos de roteiros publicitários que valem a pena ser olhados por você que está em busca de inspiração para criar o seu: clique aqui.

2) Simplicidade:

Isso vale para todo texto que você escrever. Seja o mais simples possível. Esse é o único modo de fazer seu leitor te entender. E quando eu escrevo “leitor”, você pode ler “cliente/diretor de criação/pagador de salário”.

3) Não escreva demais. Nem de menos.

O ideal é que o roteiro não seja nem detalhista, nem abstrato demais. Então, ache um meio termo. Descreva tudo que você considerar importante para passar a ideia que você teve e coloque o que achar mais importante no roteiro.

4) Livro: Roteiro Publicitário – Como vender em 30 segundos

Confesso: Ainda não li esse livro. Sabe como é, tem uns 15 livros na minha fila de espera e mais uns três na cabeceira. E olha que, quem me conhece sabe: eu leio, no mínimo, consideravelmente, como já disse num desses posts. Mas, de qualquer forma, fica aí a dica para você que esteja realmente interessado no assunto.

5) Refaça. Sim, de novo.

Essa é uma dica constante e vale para todo texto, penso eu. Confira, revise, veja se a ideia é mesmo boa, inclua algo importante, tire algo desnecessário. Sempre dá pra melhorar, e isso serve pra tudo na sua vida.

 

Por hoje é só, pessoal.

Basicamente, é isso. Se você quiser ler algo mais detalhado, existem alguns cursos (que eu não fiz) sobre o assunto. Eu fiz um curso sobre roteiro no SENAC, e gostei. Se tiver alguma dúvida específica, pode falar comigo. Estando ao meu alcance, eu respondo numa boa.

:)

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Joe Karbo, o redator milionário

| Posted in Marketing, redação publicitária |

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Joe Karbo era um cara legal. Redator de publicidade e de livros de “não-ficção”, Joe ganhou a bagatela de 30 milhões de dólares em parte graças a seu livro “O jeito preguiçoso de ficar rico” e em parte graças ao anúncio genial que ele criou para vendê-lo – e que você vê mais abaixo.

O que diferencia Joe Karbo de qualquer outro redator publicitário que escreve literatura nas horas vagas, além da conta bancária, é que seu livro nunca foi visto em livrarias enquanto ele estava vivo. Joe vendia diretamente ao seu público, enviando-o pelos correios.

Sem ter que pagar editora, livrarias, agentes e etcéteras, Joe ficava com 95% do valor do título, ao invés dos costumeiros 10% ou 20% que um escritor comum fica.

E para anunciar esse livro, Joe criou o anúncio abaixo em 1975 e publicou-o em diversos jornais e revistas nos EUA. O anúncio fez tanto sucesso que continuou sendo publicado diariamente durante anos.

É verdade que Joe já tinha algum dinheiro. Mas indiscutivelmente foi o anúncio para seu livro que o tornou conhecido como uma das mentes mais brilhantes do marketing direto – além de torná-lo (ainda mais?) milionário. Foram mais de 4 milhões de títulos vendidos.

Depois de ler o anúncio, talvez você fique curioso para saber o que havia nesse tal livro. Basicamente, começa contando um pouco da história de vida do autor. Depois, passa para a filosofia de vida do otimismo e toda essa onde The Secret que você conhece. E termina com algumas dicas de vendas e idéias de negócios simples. Só isso.

O anúncio é um dos melhores textos publicitários já escritos. Já influenciou inúmeras campanhas e, sem sombra de dúvidas, milhares de redatores. É um convite à redação publicitária efetiva. E eu creio que todos os redatores deveriam lê-lo.

Se você escreve publicidade:

1 – Salve esse anúncio no seu computador e leia-o uma vez por semana.

2 – Imagine o que Joe faria se vivesse em tempos de internet.

3 – Sinta inveja (do bem).

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Eu costumava trabalhar duro, 18 horas por dia, 7 dias por semana. Mas eu não comecei a ganhar muito dinheiro até que trabalhasse menos — muito menos. Por exemplo, este anúncio levou cerca de 2 horas para ser escrito. Com um pouco de sorte, ele irá render pra mim 50, talvez, 100 mil dólares.

Que avanço. Eu vou pedir pra você me enviar 10 dólares por algo que não irá me custar mais que 50 centavos. E vou tentar tornar isso tão irresistível que você se sentirá um grande tolo se não fizer.

Darei a você bastante tempo para tê-lo, examiná-lo e experimentá-lo. Se você não concordar que vale pelo menos 100 vezes o que você investiu, devolva. O seu cheque ou dinheiro será devolvido.

A única razão pelo qual eu não envio pra você e depois o cobro ou envio à cobrar é porque ambos os métodos envolvem mais tempo e dinheiro. E eu estou prestes a oferecer a você a maior barganha da sua vida. Porque eu vou lhe dizer algo que demorei 11 anos para chegar à perfeição: Como ganhar dinheiro ao jeito do preguiçoso.

O.K. — Agora eu tenho que fazer um certo alarde. Eu não me importo. E é necessário provar que me enviando 10 dólares (que eu não irei usar até que você esteja satisfeito) será a coisa mais inteligente que você já fez até hoje.

Eu moro numa casa que vale $250.000, eu sei que custa isso porque eu recusei uma oferta pela minha casa nesse valor. Meu escritório fica a cerca de 2,5km da minha casa, é bem na praia. Minha vista é tão incrível que a maioria das pessoas comentam que não sabem como eu consigo terminar algum trabalho ali. Mas eu faço o suficiente. Mais ou menos 6 horas por dia, 8 ou 9 meses por ano.

O resto do tempo eu gasto na nossa cabana nas montenhas que eu comprei por $30.000 em dinheiro. Eu tenho 2 barcos e um Cadillac. Todos comprados com o meu dinheiro.

Nós temos imóveis alugados, ações, investimentos e dinheiro na conta. Mas a coisa mais importante que eu tenho não tem preço: tempo com a família.

Eu vou lhe mostrar exatamente como eu fiz — o jeito preguiçoso –, um segredo que eu compartilhei apenas com alguns amigos até hoje.
Isto não requer “escolaridade”; eu tenho apenas o ensino médio.

Isto não requer “capital”; quando eu começei, eu estava tão endividado que um amigo advogado me disse que decretar falência [nos EUA, os cidadãos podem pedir falência] era a única opção que eu tinha. Ele estava errado. Nós pagamos nossas dívidas e a hipoteca e desde então não devemos mais nenhum centavo pra ninguém.

Isto não requer “sorte”; eu tive mais do que qualquer um, portanto eu não estou prometendo que você terá tanto dinheiro quanto eu. Você pode fazer melhor; eu pessoalmente conheço um homem que usou estes princípios, trabalhou duro e fez 11 milhões de dólares em 8 anos. Mas dinheiro não é tudo.

Isto não requer “talento”; apenas cabeça o suficiente pra saber o que procurar e eu irei lhe dizer o quê.

Isto não requer “jovialidade”; uma ex-colega de trabalho com mais de 70 anos viajou o mundo todo ganhando dinheiro fazendo só o que eu lhe ensinei.

Isto não requer “experiência”; uma viúva em Chicago tem ganhado uma média de $25.000 por ano nos últimos 5 anos utilizando meus métodos.

O que isto requer? Crença. O suficiente para tentar. O suficiente para absorver o que eu lhe enviarei. O suficiente para colocar os princípios em ação. Se você fizer apenas isto — nada mais, nada menos — os resultados serão dificeis de acreditar. Lembre-se, eu garanto.

Você não tem que sair do seu emprego. Mas você fará em breve, uma vez que o dinheiro que você vai ganhar, te permitirá isso. Mais uma vez, eu garanto.

O homem mais sábio que eu já conheci me falou algo que eu jamais esqueci: “a maioria das pessoas está muito ocupada ganhando a vida pra fazer algum dinheiro.”

Não demore o tempo que eu demorei pra descobrir que ele estava certo.

Eu vou provar pra você, se você me enviar este cupom. Eu não estou pedindo pra você “acreditar” em mim. Apenas tente. Se eu estiver errado, tudo que você irá perder são alguns minutos e um selo de carta. Mas e se eu estiver certo?

Leia também:

Redator publicitário ou jornalista, eis a questão.

| Posted in Marketing, Propaganda |

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Dia do Jornalista[4]Quem nunca teve dúvidas sobre qual profissão seguir que atire o primeiro diploma.

Acontece entre os engenheiros. Acontece entre os advogados. Acontece entre os médicos. E, claro, não deixaria de acontecer entre nós, meros redatores.

Vou descrever seu perfil. Vejamos se acerto em alguma coisa.

Você gosta de ler. Na infância, escrevia boas redações sobre suas férias. Na adolescência, escrevia poemas ruins. Você sempre foi considerado criativo e, provavelmente, tem aptidão para artes. Desenho, música, escultura, whatever.  Pelo menos uma dessas coisas você faz. Chega a hora de escolher a faculdade. Você, que já gosta de ler, pensa: “coisa boa ia ser trabalhar de redator, eu ia passar o dia inteiro escrevendo e as pessoas ainda me pagariam ”. Mas aí entra a dúvida: ser redator de publicidade ou de jornalismo? O que tem mais a ver com meu perfil? Que caminho seguir?

Tudo bem, gafanhoto. Essa dúvida é mais comum do que você pensa. No livro Toca dos Leões, a biografia do Washington Olivetto escrita pelo Fernando Morais (pra mim, o melhor autor de biografias do Brasil), Morais conta o caso de um jornalista com anos de atuação e já conceituado na área que não apenas continuava com essa dúvida como bateu na sala do W da W/Brasil pra pedir um estágio como redator. Obviamente, sendo prontamente atendido.

Há algum tempo, até esse humilde redator que vos escreve foi indagado por uma bem intencionada leitora sobre qual caminho deveria seguir. Além disso, nesse artigo, há um comentário de uma moça perguntando algo parecido. Ser redatora de publicidade ou redatora de jornalismo? Eu entendo, a dúvida é cruel.

A meu ver, a principal vantagem de ser redator de publicidade é ficar o dia todo no escritório – sem ir pra rua caçar pauta, reportagem, essas coisas. Enquanto a principal vantagem de ser redator de jornalismo é justamente não ficar o dia inteiro no escritório.

Seu maior defeito é sua maior virtude.”, já dizia um sábio que eu não lembro o nome.

Obviamente, só quem pode dizer qual profissão é melhor para você é você mesmo. Se você gosta do business, pense com carinho na publicidade. Se gosta de investigar, de caçar pauta, etc. , pense com amor no jornalismo.

A boa notícia (ou má, se você gosta de ver o copo meio vazio) é que a cada dia a distância entre um trabalho e outro diminui. A publicidade em geral, e a online em particular, tem caminhado para a produção do tão falado “conteúdo relevante”.  E isso é o trabalho diário dos nossos colegas jornalistas há tempos.

Não sou eu quem vai palpitar sobre que carreira você deve escolher, mas meu objetivo com esse texto é te lembrar de duas coisas:

a) Pode ser que hoje você escolha ser redator de publicidade e amanhã vire redator de jornalismo, ou vice-versa. As coisas estão cada vez mais parecidas.

b) Qualquer que seja sua escolha, às vezes, você vai achar que ela foi
a errada. E isso faz parte de ser humano.

Leia também:

Sobre Blogs Corporativos

| Posted in Marketing, Propaganda |

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blog-corporativo1Blogs Corporativos, você sabe, são blogs de empresas.

Eles são usados para os mais diversos fins. Mas no final o objetivo é sempre o mesmo: aumentar as vendas da empresa que paga o domínio do site e o salário do redator.

O artigo que eu escrevi semana passada para o Webinsider trata sobre blogs corporativos. Não exaltando a importância deles, como fiz num artigo escrito há pouco tempo, mas sim apontando o calcanhar de aquiles dos blogs corporativos: A falta de gente preparada para escrever o tão famoso “conteúdo relevante“.

Esse é um assunto que muito me interessa. Por isso, costumo ler todo conteúdo que encontro sobre o tema. E onde mais eu acharia bons textos sobre blogs se não exatamente em blogs?

Pois bem. Separei cinco textos que achei em blogs desse meu Brasil lindo e quero te incentivar veementemente a lê-los antes de propor ao seu superior a  ideia de ter um blog corporativo na sua empresa.

1 – Blogs corporativos dão resultado?

2 – 10 motivos para ter um blog corporativo.

3 – Sobre o que escrever no meu blog corporativo?

4 – Um livro sobre blogs corporativos

5 – O que faz um blog corporativo não ter sucesso?

Cabe ressaltar que minha intenção aqui, de maneira alguma, é jogar um balde de água fria em você que está pensando em criar um blog corporativo para sua empresa.

Muito pelo contrário, aliás.

Eu acredito em blogs corporativos. E não acredito por ter fé em qualquer bobagem. Acredito pois existem pesquisas sérias e idôneas que apontam seus resultados.

O meu intuito com esse post, além de propagar textos interessantes para quem está pensando em começar um blog coporativo, é levantar uma questão: quem vai criar conteúdo relevante para alimentar constantemente o blog de sua empresa?

Como eu disse no meu artigo do webinsider: Se você tem tempo e disposição para isso, ótimo! Você mesmo pode fazer. Mas caso contrário, a melhor opção acaba mesmo sendo contratar um redator (webwriter) que faça isso com prazer e qualidade para sua empresa.

E, nesse sentido, cometendo dois pecados capitais, 1) citar Latino 2) fazer propaganda: talvez eu seja a solução pros seus problemas.

Leia também:

Desistir é a melhor opção?

| Posted in Críticas, Cultura pop, Marketing, Propaganda |

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Quem desiste é perdedor”. Você já deve ter ouvido isso. Não com essas palavras, é provável. Mas um: “desistir jamais” na traseira dum caminhão, num livro de auto-ajuda ou na boca da sua tia menos legal. Eu não gosto de ser do contra, mas preciso dizer: Quem desiste não é perdedor coisíssima nenhuma.

Se quiser ler o artigo inteiro, fique à vontade.

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Eu escrevi esse artigo para o webinsider logo depois de ler o livro O Melhor Do Mundo, do Seth Godin.

Agora, estou lendo Marketing de Permissão, do mesmo autor.

Provavelmente, quando terminar esse novo livro faça um artigo com algumas considerações.

Por enquanto, só o que posso adiantar é que Seth Godin é genial e o livro, excelente.

Recomendo a todo profissional de marketing, publicitário ou empreendedor.

Seth Godin é um cara que merece ser lido.

Leia também:

Sobre Redação Publicitária na Internet – Minha entrevista para a Onda Web

| Posted in Marketing |

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Há alguns dias, a assessora de comunicação da Agência Onda Web, de Porto Alegre, me procurou pedindo uma entrevista.

A Onda Web possui um blog corporativo dedicado a produzir conteúdo para seus clientes, parceiros, amigos e também pra gente como você.

Na entrevista, falamos sobre a diferença do texto publicitário na web e nas outras mídias, sobre as funções do redator publicitário no marketing digital e também sobre a importância da produção de conteúdo relevante para o aumento de vendas.

Aqui, você pode ler três perguntas respondidas por mim. Mas se quiser conferir a entrevista completa fique à vontade.

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- Primeiramente, o que faz um redator publicitário?


Um redator escreve. Um publicitário faz propaganda. Um redator publicitário escreve propagandas. Tanto faz se é um roteiro, um folder, um folheto, um texto institucional ou um twitt. O redator publicitário bom é aquele que escreve textos que colaboram para o crescimento de uma instituição.

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Qual a maior diferença entre redação publicitária para web e para mídias convencionais? O que o redator deve levar em conta ao escrever para a web?


A principal diferença é a interação. A internet é social. Ela oferece a oportunidade de uma agência da Porto Alegre entrevistar um redator de São Paulo. Isso é interatividade. É isso que as agências (online ou não) precisam entender para serem bem sucedidas em suas estratégias.

Quanto à redação em particular, cabe ressaltar que, quanto mais pessoal for a mensagem, mais bem sucedido será seu resultado. Dizem que comunicação não é o que você fala, mas o que o outro entende. Essa máxima é potencializada na internet.

O redator que deseja escrever para web precisa, sim, pensar em SEO e saber como se comportam os motores de busca para uma boa indexação de seus textos. Mas o principal é saber que está disputando atenção com o orkut, o twitter e o facebook. Ou seja: é preciso ser muito interessante e pessoal para fazer alguém investir seu pouco tempo lendo um texto publicitário.

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O que um blog corporativo agrega para os negócios de uma empresa, e onde a redação publicitária se encaixa na geração de conteúdo para esse tipo de mídia?


Nesse artigo, eu comentei sobre uma pesquisa da Hubspot que faz uma comparação entre sites de empresas com blogs e sites de empresas sem blogs. A conclusão é que sites institucionais com blogs possuem: 55% mais visitas, 97% mais links externos; 434% mais páginas indexadas em sites de buscas.

Ou seja, eles são muito mais visitados.

Sites mais visitados vendem mais? Não necessariamente. É preciso que haja conteúdo relevante para que a audiência do blog seja qualificada.

É aí que entra o redator publicitário.

O redator vai escrever sobre assuntos relacionados à marca, a fim de fidelizar uma audiência simpatizante da empresa; e trazer visitantes oriundos de sites de buscas. Sempre com um objetivo em mente: transformar desconhecidos em amigos, e amigos em clientes.

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Para conferir a entrevista completa, visite o blog da Onda Web.

Leia também:

Meus últimos artigos no Webinsider

| Posted in Marketing |

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Há algum tempo, estou escrevendo no Webinsider. Se você não me segue no twitter, não devia saber. Tudo bem, agora sabe.

O Webinsider é um dos mais importantes e respeitados portais especializados em marketing digital do Brasil. Apesar do editor me deixar bastante à vontade, tenho escrito principalmente sobre criação, propaganda e vida digital.

O primeiro artigo que eu escrevi lá foi sobre “Como não tomar um CALA BOCA GALVÃO”. O texto fala sobre a importância de não falar sobre o que não se conhece direito. O vulgo enchimento de linguiça, tão repudiado na civilização pensante.

Depois, fiz uma homenagem póstuma ao José Saramago no artigo “O Que Saramago tem a nos ensinar”. Falei sobre uma afirmação polêmica do autor (“De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.”), ressaltando a importância do hábito de ler.

Meu terceiro artigo foi sobre a ansiedade que temos em olhar o e-mail a toda hora, como se ele fosse uma espécie de “O oráculo digital”. Eu ia escrever algo muito legal lá sobre a importância de “olhar as flores no campo”, mas não deu. Tinha que conferir minha caixa de entrada.

No meu quarto artigo escrevi “Cinco dicas para escrever melhor”. Disse que, para escrever melhor, você precisa: Ler, Escrever, Conhecer as Regras, Anotar Ideias e Sintetizar. Basicamente isso.

E o último artigo que publiquei no Webinsider foi uma reflexão sobre “Qual história você está contando?”. Afinal, a gente vive tão preocupado em contar as histórias dos clientes que, esquecemos que a história que a gente está contando é a nossa. Da nossa própria vida.

Resumidamente, é isso. Para os próximos artigos que publicar lá, pretendo postar um resuminho aqui. Leia os artigos e comente. Eu espero, de verdade, que você goste.

Leia também:

Dicas de Investimento para Iniciantes

| Posted in Marketing |

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42-17664515Em um passado não muito distante, eu brincava de bolsa de valores no simulador de investimentos desse site. Inclusive, no ano passado, fiquei em 9º lugar no ranking brasileiro, com cerca de 150 mil inscritos. O que é muito legal para o ego, mas pouco para o bolso. Já que eu não ganhei nem um centavo, apenas experiência.

Nessa época, li alguns livros sobre investimento, especulação e conheci a história de Jesse Livermore, um grande investidor, considerado por muitos o maior especulador de todos os tempos.

Livermore registrou suas memórias em Reminiscences of a Stock Operator, um livro cheio de informações úteis sobre especulação, investimentos e afins.

Veja a seguir algumas dicas retiradas das memórias do Jesse, que eu encontrei aqui:

• Nunca opere baseado em dicas;
• Use um sistema e não saia dele;
• Nunca compre uma ação porque ela teve uma grande queda da sua última alta;
• Se uma ação não agir corretamente não a toque; porque, não podendo dizer precisamente o que está errado, você não pode dizer para que lado ela irá;
• Não culpe o mercado pelas suas perdas;
• Nunca aumente uma posição perdedora. Uma posição perdedora significa que você está errado;
• Ações nunca estão muito altas para começar a comprar nem muito baixas para começar a vender. Mas depois da primeira transação, não faça uma segunda a não ser que a primeira mostre lucro;
• Sempre venda o que mostra um prejuízo e mantenha o que está dando lucro;
• Não discuta com o mercado. Não procure recuperar o prejuízo. Saia enquanto a saída é boa – e barata;
• Existe somente um lado no mercado financeiro. E não é o lado bull (alta) e nem o lado bear (baixa) mas o lado certo;
• O maior inimigo de um especulador é sempre o tédio;
• Um homem deve sempre confiar em si mesmo e no seu julgamento se ele espera ganhar a vida com essa profissão;
• Sempre use gerenciamento de capital;
• Estabeleça o seu plano de trade antes que o mercado abra;
• Detalhe o seu plano para cada trade;
• Estabeleça pontos de entrada e saída e entenda a relação entre risco e recompensa;
• Aceite pequenas perdas como parte do jogo se você quiser vencer;
• Desenvolva um plano de trade para cada situação que você pode vir a enfrentar;
• Não concentre-se no valor em que você empata quando estiver perdendo;
• Não liquide uma posição vencedora para manter uma perdedora;
• Desenvolva e mantenha um plano de saída. Siga esse plano com rígida disciplina;
• Tenha paciência. Grandes movimentos demoram para se desenrolar;
• Não fique curioso demais sobre a lógica por trás de um movimento. A chave para a fortuna no mercado é a simplicidade.

O livro está disponível em português e gratuitamente aqui.

Como você é legal, moderno e inteligente, pensei que podia interessar. :)

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