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Conteúdo para Redes Sociais de Empresas: 5 dicas para criar, exemplos e modelos

 

Antes de tudo: caso esteja precisando de um profissional para criar ou planejar o conteúdo para redes sociais de sua empresa, fale comigo. Com mais de 5 anos de experiência realizando esse trabalho para todo tipo de clientes, talvez eu seja a solução pros seus problemas.

Ou, se preferir, antes, leia mais sobre mim.

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Os posts em Fanpages do Facebook estão para minha geração como os anúncios impressos estiveram para a geração do Don Draper, de Mad Man.Luz, Fernando

Dito isso, acredito ser ponto passivo os que redatores que desejam manter-se atualizados precisam aprender a criar “posts” que gerem engajamento e agreguem valor às marcas de seus clientes. Mas como fazer isso? Como criar conteúdos para redes sociais de empresas que sejam curtidos, compartilhados, comentados, reblogados, retuitados, repinados e por aí vai?

É óbvio que não tenho todas as respostas. Mas nesses anos trabalhando com criação de conteúdo para redes sociais, considero que aprendi algumas coisas, que podem ser úteis a você. Está tudo abaixo, bem divididinho em 5 tópicos. Espero que você curta, compartilhe, comente, tuite…

5 etapas para criar conteúdos para redes sociais que gerem engajamento:

 

1 – Planeje!

De longe, esse é a fase mais importante. Tão importante que merecia outro texto apenas sobre o assunto. Por ora, vamos a um breve resumo:

Defina o objetivo das redes sociais de sua empresa (Branding? Vendas?); Entenda de verdade quem são seus públicos e do que eles gostam; Escolha os canais a serem utilizados (facebook, twitter, instagram?); Defina a linguagem e identidade visual que irá usar; Separe por temas os posts que irá criar; Crie um cronograma de postagens; Meça os resultados e comece o novamente o processo.

Eu sei, é um pouco complicado. Mas pode deixar, assim que escrever um texto apenas sobre esse assunto, volto aqui e publico, ok?

 

2 – Referência é tudo.

O que é um post legal? O que faz um post ser mais compartilhado do que outro? Para criar um post de qualidade, pode ter certeza, você precisa de referência.

Você pode começar sua busca no twiter, analisando o perfil da Netflix ou do Ponto Frio. No facebook, recomendo as fanpages de Guaraná Antarctica, Skol, Itaú, Halls, entre tantas outras. Mas isso é muito pouco. Você vai precisar pesquisar. Muito. Sério! Criatividade sem repertório simplesmente não existe.

 

3 – Atenção às particularidades de cada rede social.

No Facebook, posts com imagens criativas e pequenos textos chamam atenção e acabam sendo muito curtidas, comentadas e compartilhadas. Já no Twitter, vale muito responder os comentários de maneira criativa. No Instagram, o horário é um fator que influi muito na quantidade de likes. No Pinterest… bom, você entendeu.

Cada rede social tem suas particularidades. Ao criar conteúdo para elas, portanto, procure se atentar a essas características.

 

 4 – Pense cada post como um anúncio.

Nesse parágrafo, vou parafrasear o Michel Lent, da Pereira & O’dell, em entrevista recente. Abre aspas. Se você quer falar com o público jovem hoje no Brasil, é mais efetivo fazer um post patrocinado no facebook do que comprar uma contra capa de revista. Esse post, portanto, deixa de ser “apenas um post” e vira um anúncio que, como qualquer outro, precisa gerar vendas, potencializar lucros, garantir empregos. Fecha aspas.

Entende a importância? Por isso é tão necessário criar cada post com cuidado. Como criar um anúncio incrível? Qual a melhor forma de comunicar? Quais metáforas podem-se utilizar? Para responder essas perguntas, recomendo efusivamente a leitura do capítulo “Como escrever anúncios poderosos” do livro mais famoso do  David Ogilvy.

 

5 – Faça diferente.

A 5º regra não serve apenas para criar posts em redes sociais. Serve para a vida. Conheça o que se faz de melhor, aprenda a fazer parecido e depois não tenha medo de fazer diferente.

Em conteúdo para redes sociais ou em qualquer outra área, é isso que diferencia um profissional mediano de um excelente: a arte de aprender o que funciona e inventar uma nova forma de fazer, que funciona ainda melhor.

Ou seja, não se prenda a essas dicas. Aprenda, crie, ouse e faça diferente. Dessa forma, tanto você quanto seu trabalho serão cada vez melhores.

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Porque o redator publicitário pode escrever “errado”

Se você é um redator de publicidade, a boa notícia é que sim, você pode escrever “errado”. E não há limites para “errado“ nesse caso. Quando estiver escrevendo seu anúncio, pode até usar a famosa linguagem criada por internautas brasileiros, o miguxês. Me lembro, por exemplo, de um anúncio do itaú para a iconta em que o título era “Feito pra vc“. Ótimo exemplo da informalidade no texto publicitário.

O poeta pode usar sua “licença poética” quando deseja fazer alguma brincadeira com o português. E nós, redatores, também. No nosso caso,  podemos usar a “licença publicitária” (sim, esse é um caso de neologismo) e deixar a norma culta um pouquinho de lado para conversar com nosso target, assim, como quem bate um papo num café, num bar ou na sala de casa.

A verdade é que, num anúncio, o importante não é conjugar os verbos corretamente. O importante é vender. Por isso eu defendo a tese de que o redator publicitário precisa escrever como fala: de maneira simples, amigável e, principalmente, carismática. No anúncio, a ideia é muito mais importante que a norma culta. Escrever difícil fica, portanto, terminantemente proibido. Aliás, “terminantemente” também, junto com todas as palavras com mais de cinco sílabas que quase ninguém sabe o significado.

O objetivo da redação publicitária não é escrever bonito, é fazer amizade. Afinal, você pode até não perceber, mas quanto mais amigo um vendedor é, mais você fica inclinado a comprar. É assim que a sua mente funciona, e a minha também. E é por isso que nós podemos “brincar” à vontade com a nossa tão querida língua portuguesa. É muito mais fácil se tornar amigo de uma pessoa se expressando como ela se expressa.

Quando usada na hora certa, a “licença publicitária” tem o poder de cativar o leitor, aproximando o público/leitor da marca que está anunciando – mesmo com o português errado.

É claro que você, amigo redator, precisa saber gramática, ortografia, acentuacão, concordância e muitas outras coisas que o Professor Pasquale faz questão de ensinar. Entretanto, saber escrever errado na hora certa, pode ser uma arma poderosa na arte de persuadir com as palavras. O lema é o seguinte: Informalidade sempre; escrita certinha, às vezes.

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Esse meu texto foi publicado originalmente no Webinsider.  Tem vários textos meus por lá, você deveria ler. :)

 

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Entrevistas com grandes publicitários – feitas por um jovem redator

Há muito tempo atrás, quando eu era um jovem redator e blogava no saudoso fernandoluz.wordpress.com, criei uma coluna chamada “Perguntas de um Jovem Publicitário”.

Como eu sou meio sem foco nos projetos pessoais – e a aceitação não foi como eu esperava -, acabei fazendo apenas três entrevistas, mas com três publicitários que eu considero sensacionais e que, se você não conhece, deveria.

É engraçado que, hoje, poucos anos depois, eu receba constantemente emails de estudantes de publicidade justamente com as mesmas dúvidas sobre a profissão, a vida publicitária e afins que eu tinha.  Por isso, achei legal redivulgar essas entrevistas – que estavam perdidinhas aqui no blog.

É claro que, se você é um redator juvenil, ou um estudante de Publicidade e quer fazer alguma pergunta, eu sempre vou te responder com a maior alegria no coração. Mas acredito que entrevistas como essas podem te ajudar muito mais, tendo em vista que esses caras têm de carreira o que eu tenho de idade.

Aliás, também existe muita entrevista legal no youtube com outros mitos da publicidadeOlivetto, Nizan e etc. (que na época eu tentei conversar, sem sucesso, por motivos óbvios).

Enfim, sem mais enrolação, estou postando aqui as três melhores respostas de cada entrevistado, cuidadosamente selecionadas por esse que vos escreve. Clique no link do nome do publicitário para ler a matérias completas. E caso queira também ler uma entrevista que eu dei há algum tempo, fique à vontade: Entrevista do Fernando Luz, redator.

Espero que seja útil.


Entrevista com o craque Neto, da Bullet

 

Se você tivesse 18 anos novamente e tivesse que escolher uma carreira, você optaria por publicidade de novo?

Eu sempre quis ser piloto de caça, médico e jogador de futebol. Os três ao mesmo tempo. Se não desse certo de novo, seguramente seria publicitário.

 

Dizem que nós somos aquilo que lemos, assistimos, ouvimos, enfim, vivemos. Sendo assim, o que você indica que os novos profissionais leiam, assistam, ouçam e vivam, para desenvolver a cultura tão necessária a nós, publicitários?

É uma ilusão imaginar que exista um roteiro básico de leitura/cinema/música para publicitários. Acho que a publicidade é uma das poucas formas de cultura que trabalham com o efêmero, com o cotidiano.

A gente é pago para transformar o volátil em algo que não seja descartável, por mais paradoxal que pareça. Exatamente por isso, todo tipo de informação é válida.

Desde os clássicos do cinema e da literatura até a revista Caras. A gente trabalha com todas as classes sociais, com todos os produtos, com todos os públicos. É um clichê, mas é verdade. Acho difícil o sujeito virar um bom publicitário se não for um curioso por natureza.

 

Que conselho você dá a essa nova geração de publicitários que vê você como um exemplo?

Conheçam o que já foi feito e quem fez. Identifiquem os talentos de hoje, acompanhem seus trabalhos. Nunca foi tão fácil saber o que as melhores agências do mercado têm feito.

Aprendam com o que está sendo feito e aceitem o desafio de fazer melhor. Não sejam apenas críticos. Entendam a história de cada job por trás de cada campanha vencedora.

Leiam de tudo, vejam de tudo, ouçam de tudo.


Entrevista com Celso Loducca

 

O mercado publicitário é muito concorrido. Como você entrou na área?

Fiz estágio, primeiro, em uma produtora de tirinhas para jornal e, com as histórias que eu havia criado em mãos, consegui – depois de alguns meses de canseira – uma entrevista com o Aurélio Julianelli, na época diretor de arte da Standard (hoje Ogilvy). Dei a sorte dele gostar de mim (duvido que tenha sido pelas histórias) e de a agência estar precisando de um estagiário de redator  para fazer o que ninguém queria fazer (folhetos,etc). Agarrei essa oportunidade e em 3 meses estava contratado como redator hiper-júnior para continuar fazendo o que ninguém mais queria fazer.

 

Qual o segredo do sucesso em Publicidade?

Não sei.

 

 Onde buscar referências?

Sempre na vida. As grandes peças de propaganda estão sempre calcadas em alguma verdade (mesmo que passageira) emocional/racional.


Entrevista com Zeca Martins, redator publicitário 

 

Você é considerado, hoje, um dos mais bem-sucedidos redatores publicitários do país. Quais fatores você acredita que te levaram ao sucesso?

Agradeço o elogio, mas não sei se sou um dos mais bem sucedidos redatores. O que sei é que meu livro de redação publicitária, ao que tudo indica, é o que vende mais.

Se fiz algum sucesso com meus livros – e com anúncios, em 30 anos de carreira – tudo se deveu a puro e simples esforço. Não sou um gênio nem tenho um titio que seja grande anunciante. Apenas trabalhei bastante, sem medo de cara feia nem de excesso de trabalho, sempre acreditando que poderia fazer trabalhos cada vez melhores. Só isso. E não é que funcionou?

 

O que você acha dos cursos de comunicação e propaganda oferecidos no país? Quais são os prós e contras?

Minhas críticas aos cursos de comunicação são profundas, mas não as faço às faculdades (embora haja desníveis muito grandes entre elas); faço ao MEC, que não exige um curriculum básico coerente nem atualizado, e concede autorização de cursos em regiões cujo mercado de trabalho tem uma capacidade duvidosa de absorção da mão-de-obra da rapaziada que se forma. Mas acredito que o interessado em trabalhar na publicidade deve cursar uma faculdade – a melhor ao seu alcance – porque, lá, não apenas ele recolherá um bom volume de informação como, principalmente, iniciará a construir a rede de relacionamentos que garantirá boa parte de suas oportunidades futuras de trabalho.

 

Alguns de seus livros influenciaram consideravelmente a nova geração de publicitários em geral e de redatores em particular. Você gostaria de deixar alguma dica para estes novos profissionais que veem em você inspiração para a carreira?

Trabalhem com seriedade. Façam com paixão. Estudem muito ao longo de toda a vida. Mantenham o astral lá em cima, porque vão precisar disso. Se puderem, contribuam com os colegas e com os interesses da sua classe profissional. Não tenham medo de expor suas idéias, por mais estranhas que possam parecer. Mantenham o sonho vivo.

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Roteiro Publicitário – Como fazer, exemplos e modelos

Conhece o Consumidor Positivo?

Caso você esteja precisando de um redator para escrever um roteiro publicitário para sua empresa ou agência (e esteja com um pouco de pressa), ótimo: fale comigo.

Há alguns anos eu trabalho como redator publicitário e tenho experiência para escrever um roteiro sob medida para sua necessidade específica. Além disso, eu vou responder seu email em menos de 24 horas. Ou seja, daqui a pouco a gente tem um contato mais pessoal.

Agora, caso você queira saber como criar um bom roteiro publicitário, eu vou dar algumas dicas simples (e úteis) que adquiri ao longo de alguns anos de estudo, pesquisa, faculdade e experiência, criando roteiros publicitários para clientes dos mais diversos portes e segmentos. Espero que seja útil.

 

Como fazer um belo roteiro publicitário

 

A ideia:  95% do seu roteiro

Para fazer um bom roteiro, antes de qualquer coisa, você precisa de uma (puta) ideia. E muito provavelmente, você não vai ter uma boa ideia para seu roteiro lendo um texto sobre “como criar um ótimo roteiro publicitário“. Aliás, esse nem é um texto sobre “como ter ideias sensacionais“. Mas, se fosse, eu ia falar que minha técnica preferida é encher a cabeça de informação sobre o produto/mercado/empresa/whatever/ para quem for criar o roteiro e, depois, fazer outra coisa qualquer. Normalmente a ideia vem. Mas, como esse texto não é sobre isso, vamos voltar ao assunto. Tenha uma ideia sobre o roteiro. Pronto? Teve? Então, agora sim. Vamos continuar.

A formatação:

Como o Bruno Lacerda bem observou no seu blog, não existe um padrão rígido para o formato do roteiro. Mas é recomendável que você não mostre para o cliente um roteiro escrito num guardanapo de boteco. Os modelos mais utilizados são:

1) Básico, que eu eu gosto de chamar de “Duas Colunas” por motivos óbvios (exemplo);

2) Master Class, que é o padrão default do cinema, com cabeçalhos por cena (exemplo);

3) Dividido por sequências, que é recomendado para roteiros com muitas cenas (exemplo).

Que programa usar?

Na boa? Pra mim, o único editor de texto melhor que o Word é o bloco de notas. Mas talvez eu seja um cara muito chulo. Se você quiser, até existem uns softwares para desenvolvimento de roteiro. Mas, devo confessar, não uso e nem conheço muita gente que usa.

 

5 dicas para você escrever um bom roteiro

 

1) Alguns roteiros:

O roteirodecinema.com.br tem alguns exemplos de roteiros publicitários que valem a pena ser olhados por você que está em busca de inspiração para criar o seu: clique aqui.

2) Simplicidade:

Isso vale para todo texto que você escrever. Seja o mais simples possível. Esse é o único modo de fazer seu leitor te entender. E quando eu escrevo “leitor”, você pode ler “cliente/diretor de criação/pagador de salário”.

3) Não escreva demais. Nem de menos.

O ideal é que o roteiro não seja nem detalhista, nem abstrato demais. Então, ache um meio termo. Descreva tudo que você considerar importante para passar a ideia que você teve e coloque o que achar mais importante no roteiro.

4) Livro: Roteiro Publicitário – Como vender em 30 segundos

Confesso: Ainda não li esse livro. Sabe como é, tem uns 15 livros na minha fila de espera e mais uns três na cabeceira. E olha que, quem me conhece sabe: eu leio, no mínimo, consideravelmente, como já disse num desses posts. Mas, de qualquer forma, fica aí a dica para você que esteja realmente interessado no assunto.

5) Refaça. Sim, de novo.

Essa é uma dica constante e vale para todo texto, penso eu. Confira, revise, veja se a ideia é mesmo boa, inclua algo importante, tire algo desnecessário. Sempre dá pra melhorar, e isso serve pra tudo na sua vida.

 

Por hoje é só, pessoal.

Basicamente, é isso. Se você quiser ler algo mais detalhado, existem alguns cursos (que eu não fiz) sobre o assunto. Eu fiz um curso sobre roteiro no SENAC, e gostei. Se tiver alguma dúvida específica, pode falar comigo. Estando ao meu alcance, eu respondo numa boa.

:)

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Joe Karbo, o redator milionário

Joe Karbo era um cara legal. Redator de publicidade e de livros de “não-ficção”, Joe ganhou a bagatela de 30 milhões de dólares em parte graças a seu livro “O jeito preguiçoso de ficar rico” e em parte graças ao anúncio genial que ele criou para vendê-lo – e que você vê mais abaixo.

O que diferencia Joe Karbo de qualquer outro redator publicitário que escreve literatura nas horas vagas, além da conta bancária, é que seu livro nunca foi visto em livrarias enquanto ele estava vivo. Joe vendia diretamente ao seu público, enviando-o pelos correios.

Sem ter que pagar editora, livrarias, agentes e etcéteras, Joe ficava com 95% do valor do título, ao invés dos costumeiros 10% ou 20% que um escritor comum fica.

E para anunciar esse livro, Joe criou o anúncio abaixo em 1975 e publicou-o em diversos jornais e revistas nos EUA. O anúncio fez tanto sucesso que continuou sendo publicado diariamente durante anos.

É verdade que Joe já tinha algum dinheiro. Mas indiscutivelmente foi o anúncio para seu livro que o tornou conhecido como uma das mentes mais brilhantes do marketing direto – além de torná-lo (ainda mais?) milionário. Foram mais de 4 milhões de títulos vendidos.

Depois de ler o anúncio, talvez você fique curioso para saber o que havia nesse tal livro. Basicamente, começa contando um pouco da história de vida do autor. Depois, passa para a filosofia de vida do otimismo e toda essa onde The Secret que você conhece. E termina com algumas dicas de vendas e idéias de negócios simples. Só isso.

O anúncio é um dos melhores textos publicitários já escritos. Já influenciou inúmeras campanhas e, sem sombra de dúvidas, milhares de redatores. É um convite à redação publicitária efetiva. E eu creio que todos os redatores deveriam lê-lo.

Se você escreve publicidade:

1 – Salve esse anúncio no seu computador e leia-o uma vez por semana.

2 – Imagine o que Joe faria se vivesse em tempos de internet.

3 – Sinta inveja (do bem).

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Eu costumava trabalhar duro, 18 horas por dia, 7 dias por semana. Mas eu não comecei a ganhar muito dinheiro até que trabalhasse menos — muito menos. Por exemplo, este anúncio levou cerca de 2 horas para ser escrito. Com um pouco de sorte, ele irá render pra mim 50, talvez, 100 mil dólares.

Que avanço. Eu vou pedir pra você me enviar 10 dólares por algo que não irá me custar mais que 50 centavos. E vou tentar tornar isso tão irresistível que você se sentirá um grande tolo se não fizer.

Darei a você bastante tempo para tê-lo, examiná-lo e experimentá-lo. Se você não concordar que vale pelo menos 100 vezes o que você investiu, devolva. O seu cheque ou dinheiro será devolvido.

A única razão pelo qual eu não envio pra você e depois o cobro ou envio à cobrar é porque ambos os métodos envolvem mais tempo e dinheiro. E eu estou prestes a oferecer a você a maior barganha da sua vida. Porque eu vou lhe dizer algo que demorei 11 anos para chegar à perfeição: Como ganhar dinheiro ao jeito do preguiçoso.

O.K. — Agora eu tenho que fazer um certo alarde. Eu não me importo. E é necessário provar que me enviando 10 dólares (que eu não irei usar até que você esteja satisfeito) será a coisa mais inteligente que você já fez até hoje.

Eu moro numa casa que vale $250.000, eu sei que custa isso porque eu recusei uma oferta pela minha casa nesse valor. Meu escritório fica a cerca de 2,5km da minha casa, é bem na praia. Minha vista é tão incrível que a maioria das pessoas comentam que não sabem como eu consigo terminar algum trabalho ali. Mas eu faço o suficiente. Mais ou menos 6 horas por dia, 8 ou 9 meses por ano.

O resto do tempo eu gasto na nossa cabana nas montenhas que eu comprei por $30.000 em dinheiro. Eu tenho 2 barcos e um Cadillac. Todos comprados com o meu dinheiro.

Nós temos imóveis alugados, ações, investimentos e dinheiro na conta. Mas a coisa mais importante que eu tenho não tem preço: tempo com a família.

Eu vou lhe mostrar exatamente como eu fiz — o jeito preguiçoso –, um segredo que eu compartilhei apenas com alguns amigos até hoje.
Isto não requer “escolaridade”; eu tenho apenas o ensino médio.

Isto não requer “capital”; quando eu começei, eu estava tão endividado que um amigo advogado me disse que decretar falência [nos EUA, os cidadãos podem pedir falência] era a única opção que eu tinha. Ele estava errado. Nós pagamos nossas dívidas e a hipoteca e desde então não devemos mais nenhum centavo pra ninguém.

Isto não requer “sorte”; eu tive mais do que qualquer um, portanto eu não estou prometendo que você terá tanto dinheiro quanto eu. Você pode fazer melhor; eu pessoalmente conheço um homem que usou estes princípios, trabalhou duro e fez 11 milhões de dólares em 8 anos. Mas dinheiro não é tudo.

Isto não requer “talento”; apenas cabeça o suficiente pra saber o que procurar e eu irei lhe dizer o quê.

Isto não requer “jovialidade”; uma ex-colega de trabalho com mais de 70 anos viajou o mundo todo ganhando dinheiro fazendo só o que eu lhe ensinei.

Isto não requer “experiência”; uma viúva em Chicago tem ganhado uma média de $25.000 por ano nos últimos 5 anos utilizando meus métodos.

O que isto requer? Crença. O suficiente para tentar. O suficiente para absorver o que eu lhe enviarei. O suficiente para colocar os princípios em ação. Se você fizer apenas isto — nada mais, nada menos — os resultados serão dificeis de acreditar. Lembre-se, eu garanto.

Você não tem que sair do seu emprego. Mas você fará em breve, uma vez que o dinheiro que você vai ganhar, te permitirá isso. Mais uma vez, eu garanto.

O homem mais sábio que eu já conheci me falou algo que eu jamais esqueci: “a maioria das pessoas está muito ocupada ganhando a vida pra fazer algum dinheiro.”

Não demore o tempo que eu demorei pra descobrir que ele estava certo.

Eu vou provar pra você, se você me enviar este cupom. Eu não estou pedindo pra você “acreditar” em mim. Apenas tente. Se eu estiver errado, tudo que você irá perder são alguns minutos e um selo de carta. Mas e se eu estiver certo?

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