Dragon Ball – O filme
| Posted in Microrresenhas | Posted on 11-09-2009
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Dragon Ball - O filme:
É um filme infanto-juvenil. Por isso, pode até decepcionar os fãs do anime, mas vai divertir a garotada. [7.0]
Via @microrresenhas
Dragon Ball - O filme:
É um filme infanto-juvenil. Por isso, pode até decepcionar os fãs do anime, mas vai divertir a garotada. [7.0]
Via @microrresenhas
No rascunho desse post havia uma frase dizendo que a Folha de São Paulo era apenas a primeira empresa do ramo de comunicação a criar medidas para restringir o uso de seus funcionários nas mídias sociais.
Deixei de postar a frase pois não queria bancar o futurólogo.
Porém, dessa vez, o futuro veio mais depressa do que imaginava. Hoje mesmo, a Rede Globo, de longe a maior empresa comunicacional do país, também normatizou o uso de blogs, twitters e facebook entre seus funcionários.
A Folha e a Globo estão tomando o caminho contrário dos grandes veículos americanos NY Times e CBS, que procuram estar onde os usuários estão - redes sociais - ao invés de levá-los até seus sites.
Resta saber se os concorrentes da Folha e da Globo vão se aproveitar dessa oportunidade para ir no caminho inverso, o da colaboratividade, ou se seguirão tratando a internet não como uma rede de pessoas, mas como uma rede de computadores – que só eles podem comprar.
As Mídias Sociais estão democratizando a comunicação como um todo e o jornalismo em particular. Graças a essa revolução, todo mundo pode falar o que quiser, em seu blog, twitter, whatever.
Quer dizer, todo mundo não.
A Folha de São Paulo, maior jornal impresso do país, criou essa semana algumas regras para a atuação de seus funcionários em blogs e no twitter.
Veja, na íntegra, o comunicado enviado aos jornalistas:
“Os profissionais que mantêm blogs ou são participantes de redes sociais e/ou do twitter devem lembrar que:
a) representam a Folha nessas plataformas, portanto devem sempre seguir os princípios do projeto editorial, evitando assumir campanhas e posicionamentos partidários;
b) não devem colocar na rede os conteúdos de colunas e reportagens exclusivas. Esses são reservados apenas para os leitores da Folha e assinantes do UOL. Eventualmente blogs podem fazer rápida menção para texto publicado no jornal, com remissão para a versão eletrônica da Folha.”
Liberdade de expressão para quê, né?
A pequena resenha de filme que está no topo desse site foi importada do @microrresenhas. Eu já falei do Microrresenhas aqui. Ele é um perfil do twitter onde eu e o Bill publicamos pequenas resenhas dos filmes que vemos, em 140 caracteres.
Quem conhece o twitter sabe que de vez em quando, sem mais nem menos, twitts são deletados, e quem postou algo importante acaba perdendo esse conteúdo. Por isso, vou começar a publicar essas microrresenhas, também, aqui no blog.
Assim que uma nova resenha for escrita lá, a antiga vem para cá.
Dessa maneira, além do conteúdo não correr o risco de ser deletado, teremos um espaço aberto para que as pessoas possam comentar sobre os filmes microrresenhados.
Por falar em microrresenhas, cinema e afins. Você já conhece a Filmow?
Sabe aquela velha história de, no primeiro dia do ano, você fazer algumas promessas e elas nunca serem cumpridas? Este ano resolvi fazer diferente.
Bem sei que poderia simplesmente não ter feito promessas. Mas fiz. E – pasmem- estou cumprindo algumas delas: 1) Voltei a tocar guitarra. 2) Estou voltando a andar de skate.
O que isso tem a ver com um blog sobre publicidade e marketing? Ando mais atento às marcas que se apropriam da áurea “cool” que gira em torno do skate-surf-radicalismo-hardcore-whatever e tenho conhecido novas bandas que fazem a trilha sonora desse lifestyle.
Sendo assim, vou procurar unir o útil ao agradável, postando mais coisas legais sobre essas marcas e bandas, sempre com aquela pegada marketeira que já faz parte da minha vida.
O vídeo do dia é da Nike Skateboarding. Uma marca que, no auge da minha sabedoria dos 15 anos, jurei que nunca usaria, afinal -“A nike nunca apoiou o skate, mas, agora, quando ele está ficando em alta, quer patrocinar os skatistas famosos. Bando de capitalistas”. Porém, nos últimos cinco anos, quando percebi que nem só de skate vive o homem, mas de todo dinheiro que sai do bolso dos consumidores, mudei minha opinião. Tanto que há uns três tênis atrás, comprei um.
O filme é para divulgar a terceira geração do modelo de tênis do Paul Rodriguez e, além de estar repleto de skaters famosos, tem uma produção muito boa. A Nike também disse que vai colocar uma versão estendida no site.
Por enquanto é isso aí. Postarei mais nessa linha.
ps: A imagem que ilustra o post é só uma imagem que ilustra o post. Mas eu bem que gostaria de ter um pen drive desse.
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